Belezas Naturais
MORRO DO CRUZEIRO

Morro do Cruzeiro

Além de ser o principal ponto turístico e mirante natural da cidade, com uma maravilhosa vista panorâmica da cidade, o Morro do Cruzeiro é também utilizado como rampa de parapente e local para prática de escalada e rapel. Podemos avistar com frequência os parapentes decolando do alto do morro e colorindo o céu da cidade nos dias ensolarados e com boa condição para a prática do esporte. Além disso, possui ainda diversas trilhas para a prática de caminhadas e mountain bike.

Para se chegar é muito simples, é só seguir pela Rua Antônio Cezar de Brito, que tem seu início próximo ao Cemitério Municipal, até o alto do morro. No alto a vista da cidade é fascinante, pode-se ver toda a cidade, a Rodovia Fernão Dias e as montanhas que circundam a região. Um ótimo local para passar um fim de tarde na companhia dos amigos enquanto o sol se põe.



MATINHA MUNICIPAL

Matinha Municipal

A matinha municipal é um local de lazer dentro da cidade. Possui um lago com bancos à sua volta para descanso e contemplação e um bosque com fauna e flora nativas, cortado por trilhas para caminhadas. É um local bonito que, pelo fácil acesso, vale a pena conhecer.

Por estar situado dentro da cidade, seu acesso é simples. A entrada está localizada na Rua Pe. Caramuru, próximo ao Estádio Poliesportivo da cidade. Descendo a escada já se avista o pequeno lago. Através das trilhas, pode-se chegar também pelo Campo do Asilo e pela Rua XX.



CACHOEIRA DA MEIA LÉGUA

Cachoeira da Meia Légua

A cachoeira da Meia-Légua é a de mais fácil acesso da cidade e, conseqüentemente, a mais freqüentada. Há dois caminhos para se chegar até ela. O mais rápido é seguir pela BR-381 (Rodovia Fernão Dias) a partir da entrada sul, sentido São Paulo, e pegar a entrada para o Bairro da Meia-Légua após percorrer 3,6 Km de pista. Siga a estrada de terra por cerca de 7,2 Km e entre à direita onde está a placa sinalizando a cachoeira. A estradinha termina alguns metros depois onde já pode estacionar o carro e continuar a pé. Apesar de mais rápido, este caminho necessita o pagamento de pedágio no trecho da Fernão Dias.

O outro caminho é pela estrada velha para o Córrego do Bom Jesus, que passa pelo Bairro São Domingos. São cerca de 4 Km do Solar Clube até uma encruzilhada. Seguindo em frente a estrada vai para o Córrego, virando à direita, para a Meia-Légua. Vire à direita e percorra 1,8 Km e vire novamente à direita. Percorra mais 3 Km até a entrada da cachoeira onde está sinalizada e vire à esquerda. Percorra alguns metros pela estradinha e pare o carro onde ela termina. Este caminho, embora mais demorado, é uma boa opção para quem gosta de observar a natureza e apreciar a linda paisagem da região, além de dispensar o pagamento do pedágio.

Logo à esquerda já está o rio e algumas quedas d'água onde encontra-se uma pinguela. Seguindo uma trilha rio acima logo chega-se ao poço principal. Embora não tenha uma queda alta, a cachoeira é bem simpática e muito gostosa para se refrescar. O poço possui uma profundidade razoável para se nadar e as quedas formam deliciosas duchas. Lembrando que mergulhos em cachoeiras nunca são opções seguras de diversão. Os mais ousados, porém, podem aventurar-se atravessando a estreita fenda localizada à direita da queda, formada pelas pedras sob o aspecto de uma pequena gruta.

Para quem gosta de trilhar cachoeira acima, há outras quedas menores mas com uma natureza não menos exuberante. Recomenda-se a companhia de alguém experiente ou um guia caso o visitante queira aventurar-se fazendo este percurso.

Cercada de montanhas e pastos sob o agradável clima da região, a Cachoeira da Meia-Légua é uma boa opção para que gosta de natureza e não quer percorrer longas distâncias para curtir um agradável dia de sol em Cambuí. Infelizmente, a pouco tempo a cachoeira sofreu com uma forte chuva e uma erosão alterou consideravelmente o aspecto da cachoeira.



CACHOEIRA DA USINA E DO ANDORINHÃO

Cachoeira do Andorinhão As cachoeiras da Usina e do Andorinhão fazem parte do mesmo complexo de quedas d'água e encontram-se bem próximas uma da outra. Para se chegar até elas é só seguir pela estrada para Senador Amaral, a partir do trevo norte da cidade. Percorra a estrada por cerca de 3,6 Km e entre à direita na bifurcação. Siga a estrada de terra principal por mais 3,1 Km e à direita já se encontra a Cachoeira do Andorinhão.

O carro deve ser deixado na estrada e a entrada não é sinalizada. Há muitas quedas no lugar e para se chegar à queda principal, a mais alta e mais bonita da cidade, deve-se subir um pouco rio acima. É essencial a companhia de um guia ou alguém que já conheça o lugar para se chegar até ela. Não há qualquer indicação ou sinalização e até mesmo a maioria dos moradores da cidade não têm sequer conhecimento dela. Ruínas da antiga usina estão por toda a parte, bem como canos e manilhas.

Ao chegar à queda principal, qualquer dificuldade que o visitante possa ter tido é recompesada com uma imagem maravilhosa. A beleza do lugar é de encher os olhos. A água é bastante fria, já que não bate muito Sol. A queda é espetacular, embora estreita, é bem alta, com seus paredões de pedra que circundam o poço, que é bastante fundo.

Cachoeira da Usina

A Cachoeira da Usina é bem mais conhecida e de mais fácil acesso, embora localize-se uns 2,5 Km mais distante. Siga pela mesma estrada subindo a serra, que ficou com acesso mais fácil devido ao calçamento. Ao percorrer uns 2 Km, entre à direita por uma estradinha convergente, e percorra mais uns 600 m até uma porteira. Pode-se entrar com o carro até a cachoeira, passando por mais uma porteira, o lugar é movimentado e bem conhecido dos moradores da região.

A Cachoeira da Usina não é tão bonita quanto à do Andorinhão. Sua queda não é alta e é formada por ruínas da antiga usina, mas o poço é muito mais extenso, tornando-se excelente lugar para se nadar, lembrando que mergulhos em cachoeiras nunca é uma opção segura de lazer. Para se chegar ao poço deve-se pegar uma pequena trilha à esquerda de quem está chegando e descer até a parte de baixo.

Recentemente foi construído um barzinho próximo à cachoeira, e o movimento e a música podem não agradar a todos os visitantes.



CACHOEIRA DOS FONSECAS

Cachoeira dos Fonsecas

A Cachoeira dos Fonsecas é a mais distante e, consequentemente, a menos conhecida da cidade. São aproximadamente 22,0 Km de estrada e, apesar da distânia, 15,7 Km de seu trecho são de asfalto, o que facilita bastante o acesso.

Para se chegar é preciso pegar a Rodovia Fernão Dias (BR-381) sentido Belo Horizonte e percorrer cerca de 10 Km a partir do trevo norte da cidade até à saída para Bom Repouso. Ao ver a placa indicativa, entre à direita e atravesse a pista sob o viaduto, pegando a estrada para Bom Repouso. Siga por mais 4,0 Km e entre à esquerda, antes da ponte sobre o Rio 3 Irmãos. A partir daí são mais 6,3 Km de estrada de terra, mas em boas condições. Durante o trecho, preste atenção na antiga usina desativada que fica ao lado da estrada. Há uma porteira que deve ser aberta logo depois. Atravesse uma ponte e continue subindo pela serra, após atravessar uma segunda ponte, fique atento à placa indicativa da Área de Preservação Ambiental. Pare o carro neste ponto e desça à pé pela trilha. Deve-se tirar o tênis e atravessar o rio para se chegar ao outro lado da margem. Neste ponto há uma pequena queda que desliza entre as pedras e uma piscina natural ótima para se banhar. O local é bastante espaçoso, com muita área verde e pastagem.

Um pouco acima encontra-se a maior queda da cachoeira, uma das mais belas da cidade e um poço de boa profundidade. A agitação da água dificulta um pouco o banho, mas só a presença da queda já eleva os ânimos.

Há ainda, um pouco mais acima seguindo por uma trilha, uma terceira queda. Apesar de modesta, enriquece ainda mais o complexo de quedas e poços deste maravilhoso lugar, que é, sem dúvida, uma das melhores cachoeiras da região.



CACHOEIRA DE NOSSA SENHORA DE LURDES

Cachoeria Nossa Senhora de Lurdes

Próxima da Pedra da Onça, mesmo sendo muito bonita, a Cachoeira de N. Sra. de Lurdes é muito pouco conhecida.

O caminho é o mesmo da Pedra, localizando-se um pouco antes da subida final. Com cerca de 19 Km, a estrada apresenta boas condições, mas as subidas e decidas podem exigir demais de veículos pouco potentes.

Cercada por uma mata muito fechada, a queda principal desce por um paredão de pedra. Existem poucos poços e a água é muito fria, já que não bate muito sol no lugar. Mesmo assim, é um lindo lugar para se passear. Encravada num paredão está a grutinha com a imagem da Santa que dá nome à cachoeira.

Para se chegar é preciso seguir pela estrada para Senador Amaral, a partir da Vila Santo Antônio. Percorra cerca de 9,6 Km e vire à direita na Serra do Cabral, onde há um ponto de ônibus. Siga por uns 4,0 Km até a Vargem dos Ilhéus, onde há uma igreja e pegue a saída mais a frente para o bairro da Mata, à esquerda. Do alto da serra já se pode avistar a Pedra da Onça. Continue seguindo pela mesma estrada por mais uns 4,5 Km até uma bifurcação onde há uma igrejinha. Entre à esquerda e desça pela estradinha até onde há um sítio. O início da triha localiza-se dentro da propriedade, logo, é conveniente pedir autorização para prosseguir. A trilha é boa e é acompanhada por um pequeno riacho que desemboca na cachoeira.



PEDRA DA ONÇA

Pedra da Onça

A Pedra da Onça é sem dúvida um dos principais passeios ecológicos da cidade. Além de possuir uma belíssima vista panorâmica da região, é um excelente local para prática de esportes de aventura, como escalada e rapel. Lembre-se que para a prática deste tipo de atividade é necessário ter experiência ou a companhia de um instrutor, além, é claro, dos equipamentos de segurança necessários.

O passeio é um pouco longo, com cerca de 20 Km de estrada de terra. Apesar da distância, a estrada apresenta boas condições e o visual compensa eventuais dificuldades.

Do alto da pedra podemos avistar, além da cidade de Cambuí, uma grande faixa da Serra da Mantiqueira, de onde a Pedra de São Domingos se ergue imponente, e até mesmo a Pedra do Baú em São Bento do Sapucaí, no estado de São Paulo.

Para se chegar é preciso seguir pela estrada para Senador Amaral, a partir da Vila Santo Antônio. Percorra cerca de 9,6 Km e vire à direita na Serra do Cabral, onde há um ponto de ônibus. Siga por uns 4,0 Km até a Vargem dos Ilhéus, onde há uma igreja e pegue a saída mais a frente para o bairro da Mata, à esquerda. No alto da serra já se pode avistar a pedra. Continue seguindo pela mesma estrada por mais uns 5,7 Km até o alto, onde há uma porteira.

Passando pela porteira, percorra 300 metros e estacione o carro. É só seguir pelo caminho à esquerda e já se está no alto da pedra, de onde a vista é simplesmente maravilhosa.



PEDRA DE SÃO DOMINGOS

Pedra de São Domingos

Erguendo-se imponente na Serra da Mantiqueira, a Pedra de São Domingos destaca-se no horizonte do Extremo Sul de Minas. Com 2050 metros de altitude, é um dos pontos mais altos da região, com uma impressionante vista panorâmica de 360º. Em dias claros avista-se as cidades de Córrego do Bom Jesus, Cambuí, Gonçalves, Estiva, Monte Verde e Campos do Jordão, além de todas as montanhas e pedras da região, como o Pico do Selado e a Pedra do Baú. À noite ainda podemos avistar as luzes de Pouso Alegre e Brangança Paulista.

São cerca de 20 km de Cambuí até o cume. Para se chegar é só seguir até o Córrego do Bom Jesus e pegar a saída para Gonçalves. Percorra cerca de 1 Km e pegue a saída sinalizada que fica à direita da estrada. Continue pela estrada de terra até a Pedra, passando pelo Bairro dos Posses. O último kilômetro é o mais íngreme e pode exigir um pouco do veículo.

Chegando é só estacionar o carro ao lado da torre e subir a pedra à pé pela trilha. O topo da pedra é um ótimo local para um pequenique, com um visual impressionante e o pôr-do-sol mais bonito de toda a região. Aproveite para levar um binóculo ou luneta para apreciar ainda mais o visual, dá para ver até os carros transitando pela Rodovia Fernão Dias (BR-381). Evite visitar a pedra em dias chuvosos, pois além de perder a visão, os raios são um grande perigo.

Há ainda, para os mais aventureiros, duas vias de escalada, uma pela face leste e outra pela face sul da pedra.

VIAS DE ESCALADA:

Sede de Viver (6º VIIa) – face leste. Conquistada por André Prata e Geraldo Ávila. Boa via em agarras e pequenos cristais. O crux é um lance de aderência na quarta enfiada. Proteções em grampos de 1/2", duplicados nas paradas.

Luísa (6º) – face sul. Via de 5 enfiadas, em rocha encrustrada de cristais, conquistada por André Prata, Fernando Davanzo, Geraldo Ávila e Mário Arnaud.

As vias são acessadas por cima, por rapéis. Caso tenha que descer, o acesso de volta pelo solo se dá pela esquerda, por trilha fechada contornando a pedra. É aconselhável uma corda de 55 ou 60 metros para melhor autonomia nos rapéis, ou até duas cordas.